2009/07/17
BRID: 376 – Calêndula de Ariella Brouquel Rosso
“Em romance pleno de vigor, quer pelo estilo depurado e ágil, quer pela intensidade das personagens: a saga de Lel, de rapariga a mulher madura, espelho de uma certa condição feminina portuguesa e doutras masculinas envolventes, num percurso que vai interessando cada vez mais o leitor (homem ou mulher) até à redenção final.”
Escola Superior Agrária
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Publicado por Clarisse Pais
2009/06/05
BRID : 372 – Império de Gore Vidal
«Império mostra detalhadamente a classe alta e dirigente da sociedade norte-americana, desde o Verão de 1896 até vinte anos depois (o que inclui a guerra contra a Espanha, por Cuba e pelas Filipinas, o assassinato do presidente McKinley e a presidência de Theodore Roosevelt), o período em que os Estados Unidos começam a emergir como potência mundial e a marcar o seu destino. Paralelamente, a bonita e ambiciosa Caroline Sanford, proprietária do diário de Washington Tribune, luta contra o seu meio-irmão, Blaise Sanford, protegido do magnata da imprensa William Randolph Hearst, para controlar o seu próprio destino.»
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Publicado por armindaipb
2009/06/04
BRID : 371 -História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar de Luis Sepúlveda
«Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr. Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer : não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria gaivota…
Com a graça de uma fábula e a força de uma parábola, o grande escritor chileno oferece-nos neste seu livro uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.»
http://www.citador.pt.
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Publicado por armindaipb
2009/06/04
BRID: 370 – Alma de Manuel Alegre
«A memória nostálgica dos lugares encantatórios de Alma, a vila da infância do escritor. Dessa infância, donde vêm as imagens e as emoções que norteiam a vida. Toda a vida: não há flecha que não tenha o arco da infância.
Um romance onde Manuel Alegre “regressa” a Águeda, às brincadeiras de criança, o berlinde, o botão, o futebol, as tardes no rio, as criadas atrevidas, a escola, os primeiros namoros, as conversas conspirativas».
http://viciadosemlivros.blogspot.com
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Publicado por armindaipb
2009/06/04
BRID : 369 – Morte em Veneza de Thomas Mann
«Na carreira de Thomas Mann, as novelas Tonio Kröger e Morte em Veneza correspondem ao período que vai do momento de sua chegada a Munique até o ano de 1912. Nela se configurou o desabrochar de um gênio literário indiscutível e a elaboração de uma psicologia do artista, inteiramente original. Em Tonio Kröger, Mann apresenta o protótipo do artista como indivíduo afastado da vida mundana e prisioneiro de seu ofício, tendo angariado assim, de imediato, a simpatia de toda uma juventude intelectual que, no início do século, ansiava por uma filosofia que abrangesse a arte e a vida. Morte em Veneza é um mergulho na alma e no destino trágico de um artista que sucumbe à atração fulminante exercida pela Beleza. Neste texto, celebrizado pela versão cinematográfica de Luchino Visconti, talvez esteja resumida, nas entrelinhas dos dilemas de Gustav von Aschenbach, toda a teoria manniana da criação».
http://www.livrariacultura.com.br
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Publicado por armindaipb
2009/05/27
BRID: 367 – Tudo Transformar em Cada Amanhecer de António Bággio
“Tudo transformar em cada amanhecer é um livro para o mundo actual porque faz apelo à existência de pessoas conscientes e corajosas, mas felizes, porque capazes de renascer, frescas como o sol em cada manhã, sol que nunca nos visita cansado ou conformado, mas sempre desafiador e criador. Em três momentos medita e pugna pela vida, a esperança e o amor, que são os verdadeiros motores que marcam a velocidade e a vertigem duma existência, toda ela passada no autodomínio e na vigilância mais harmoniosa e operativa.”
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Publicado por marianaipb